O Preço do Amanhã (2011)

O Preço do Amanhã (In Time), anteriormente intitulado I’m.mortal e Now, é um filme de 2011, uma ficção científica distópica com roteiro de Andrew Niccol, que também o dirigiu, e protagonizado por Justin Timberlake e Amanda Seyfried. O filme estreou em 28 de outubro de 2011 nos Estados Unidos e 4 de novembro de 2011 no Brasil. Foi recebido com críticas e arrecadou pouco mais de 172 milhões de dólares em bilheterias, tendo custado US$ 40 milhões para ser produzido. Neste filme o tempo virou moeda. As pessoas param de envelhecer aos 25 anos. Os ricos conseguem “ganhar” décadas de uma só vez, podendo até se tornar imortais. Os outros têm de pedir esmolas, pegar emprestado ou roubar mais horas para chegarem vivos até o final do dia. Ao ser falsamente acusado de ter roubado todo o “tempo” de um homem, o que teria provocado sua morte, Will Salas(Justin Timberlake), morador da periferia, terá de provar a sua inocência e descobrir uma maneira de destruir o sistema.

 

26 Downloads
Conheça outros Clássicos!

Foi recebido com resenhas geralmente mistas dos críticos especializados. O Rotten Tomatoes calculou uma média de 37% de aprovação, baseado em 148 críticas recolhidas, das quais 55 foram consideradas positivas e 93, negativas. Segundo o site, o consenso é que “a premissa intrigante e o atraente elenco são facilmente subjugados pela narrativa embotada e desastrada”. Por comparação, o Metacritic deu ao filme uma média de 53/100, com base em 36 resenhas. Scott Bowles escreveu no USA Today que o filme possui cerca de 50 minutos de bom filme. Infelizmente, o thriller sci-fi dura quase o dobro desse tempo. Michael O’Sullivan, do Washington Post, avaliou o filme com duas estrelas e meia em um máximo de quatro, chamando-o de “elegante” e “surpreendentemente substancial”. No Los Angeles Times, Betsy Sharkey afirmou que o filme é um grande “e se”, dizendo, “e se o tique-taque do relógio fosse mais apertado, e se tivessem usado mais tempo para desenvolver o romance o os relacionamentos, e se morrer não parecesse tão fácil”. Sharkey escreveu que, apesar do premissa ser mais uma “ideia inteligente” de Andrew Niccol, não explora o potencial dos protagonistas e “o que realmente está faltando são os momentos que importam de verdade, aqueles que são tão emocionantes que você deseja desesperadamente que o tempo pare para saboreá-los”. Marcelo Hessel, do site brasileiro Omelete, escreveu que ele é “o tipo de filme formatado para agradar sem fazer muito esforço”, mas que “debaixo dessa casca de suspense-de-bom-gosto, porém, tem visíveis rachaduras”, e chamou o personagem principal, Will Salas, de “mal construído”.